SACOLINHAS DE PLÁSTICO

(+ um golpe no comércio da cidade mais rica do Brasil)

 

A Prefeitura de São Paulo, mais uma vez, traz intranquilidade para a população que vive preocupada com os diversos “golpes” que assolam o paulistano diariamente.

Agora, mais uma vez, ressurge a crise das “sacolinhas de plásticos” nos supermercados, com a desculpa de que “não vamos multar”, mas é só conversa. A realidade é para desviar a atenção das corrupções que correm soltas nas administrações em geral do nosso país.

Esse golpe das “sacolinhas de plástico” é mais um desvio da atenção dos problemas que as ciclovias proporcionaram na nossa cidade de São Paulo.

Você se lembra dos “Kits de primeiros socorros”? “Das cadeirinhas para crianças nos automóveis”? “Das calçadas irregulares”? Foram três situações de completa convulsão na nossa cidade. Tudo isso é importante para o bem estar da população que vive aqui. Os proprietários que pagam seus impostos e mantém a máquina administrativa funcionando para que esses políticos criem leis que deixam a população cada vez mais descontente em viver na maior e mais rica cidade do Brasil.

Não somos contra as leis que regulamentam as normas e estabelecem regras para que o progresso seja direcionado para toda a população, principalmente, as menos favorecidas da periferia.

Os “senhores representantes do povo” já se preocuparam com as pichações em toda a cidade de São Paulo? As ruas e avenidas sem identificação? As pavimentações irregulares nas praças? O abandono de muitos imóveis que se tornam esconderijos de marginais? Os produtos alimentícios que são vendidos com preços exorbitantes por motivos de muitos atravessadores? Muitos comerciantes são desmotivados e obrigados a fecharem as portas porque os “senhores representantes do povo”, não têm a sensibilidade de cuidar das questões elementares de sobrevivência e pressionados com as leis e discursos vazios dos “políticos” que se escondem atrás das manchetes dos jornais.  

A nossa indignação é motivada pela desordem administrativa.

Jayme Pereira da Silva

São Paulo, 04/abril/2015