Novela do “Histórico de Documento Falsificado” – desde 2014.  

JAYME PEREIRA DA SILVA

RG 6.972.745-4 / CPF 194.669.518-15

Rua João Teixeira Álvares, 30 – Jardim Maristela

02805-030 São Paulo – SP-

Fone: (11) 3976-7493 / celular (11) 96693-6646

 

Provavelmente no ano de 2013, um individuo falsificou o meu Registro Geral com os meus dados, sendo que o meu RG original está em meu poder e nunca foi extraviado, em nenhum momento.

 

Conforme informações cadastrais confidenciais do SERASA, CAIXA, FENYX e ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE SÃO PAULO, havia apontamentos contra mim, estando sem crédito na praça.

 

- Foi aberta uma conta corrente no BRADESCO – Ag. 0165 – Belenzinho

Largo São José do Belém, 161 – Belenzinho – São Paulo – SP

Conta Corrente 1061-8 aberta em 22Jan/2014 – encerrada em 10/Nov/2014 – motivo do cancelamento FRAUDE.

Em nome de JAYME PEREIRA DA SILVA

Endereço residencial: Rua da Gávea, 981 – Vila Maria - 02121-020 São Paulo - SP

Nessa conta foram feitos dois depósitos de R$ 2.500,00 cada, por ARI LOPES DE OLIVEIRA - Av. Monteiro Lobato, 8.078 – Balneário Itaoca – Mongaguá – SP - em 17e25/fev/2014. Que emitiu duas promissórias de igual valor e protestou no Primeiro Tabelião de Mongaguá.

 

- VIVO (Telefônica Brasil S. A.) (*)

Rua Sete de Abril, 295 – Centro

01043-907 - São Paulo - SP

Seis comprovantes Telefone 2636-4079 – VIVO – ref. 10/2013 a 04/2014

Dois comprovantes Telefone 2954-0019 – VIVO – ref. 11/2013 e 12/2013

 

- TIM CELULAR S. A. (*)

Av. Giovanni Gronchi, 7.143 – Vila Andrade

05724-006 São Paulo - SP

2 comprovantes TIM CELULAR – Código Cliente 1.40333477 – Venc. Fev e Mar/2014

2 comprovantes TIM CELULAR – Código Cliente 1.40333504 – Venc. Fev e Mar/2014

2 comprovantes TIM CELULAR – Código Cliente 1.40333124 – Venc. Mar e Abr/2014

 

(*) Todos endereços registrados com residência:

Rua da Gávea, 981 – Vila Maria - 02121-020 São Paulo - SP

 

Estive em (17/julho/2014) na Rua Sete de Abril, 239 – Centro – na VIVO, falei com Willian, que me forneceu 8 (oito) folhas com dois telefones – 2954-0019 e 2636-4079 em meu nome com débitos. No impresso está TELEFONICA BRASIL S.A. Av. Eng. Luiz Carlos Berrini, 1.376 – Cidade Monções – São Paulo – SP – CEP 04571-936 – Inscr. 108.383.949.112 – CNPJ/MF 02.558.157/0001-62 – estou enviando em anexo com outros documentos referentes a VIVO.

Não consta o débito de R$ 224,35 que é um cancelamento que foi feito em Dez/2013 – confirmado com a VIVO e depois comprovado o débito em Abr/2014 no valor de R$ 156,09.

Em 13/Junho/2014 o SCPC informa que estava incluindo o meu nome no cadastro de devedores conforme Contrato 632491423 – Valor do Débito R$ 224,35 – de 27/12/2013.

Estou enviando a Conta Indevida com Venc. 27/12/2013 – R$ 224,35 com o meu CPF anotado manuscrito e outras informações.

Não consegui a emissão do Contrato 359408290 em que constam 5 registros no SCPC, mas, o Willian disse que o endereço que consta na VIVO é RUA GÁVEA, 981 – VILA MARIA – SÃO PAULO/SP – CEP 02121-020 com o meu CPF e meu nome.

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Na 19ª DP – Vila Maria tem BO 3195/2014 14/outubro – IP 495/2014 com ocorrência desse documento falso.

 

O Sr. AMILCAR HUMBERTO DA CRUZ, residente a Rua Nova Hamburgo, 35 – Vila Maria – telefone residencial: (11) 2967-6017 – celular 98255-9926, representando a Sra. MARIA REGINA CALDEIRA TROISE, residente a Rua Toledo Barbosa, 231 – Belenzinho, proprietária do imóvel situado na Av. Guilherme Cotching, 1.141 - apto. 14 – Vila Guilherme – São Paulo – SP – telefone comercial (11) 2618-3380, no dia 25/fevereiro/2014 alugou o referido imóvel para JAYME PEREIRA DA SILVA, residente a Rua da Gávea, 981 – Vila Maria e MARCOS SAVERIO STRIGLIA, residente a Av. Nagib Farah Maluf, 324 – apto.12 – Conjunto José Bonifácio – endereço comercial: Rua Araritaguaba, 1.444 – Vila Maria – celular 97956-6647, com fiadora KATIA DE SOUZA, residente a Rua Ana Cintra, 67 – apto. 11 – Campos Elíseos – telefone: (11) 97956-6647.

 

Histórico da Ocorrência conforme Boletim registrado

 

Foi preparado o Contrato de Locação em nome de Jayme Pereira da Silva que dividiria juntamente com Marcos, que estava intermediando as negociações.

 

No dia 28/fevereiro/2014 os locatários Jayme e Marcos receberam as chaves bem como o contrato de locação para que fosse assinado e devolvido com firma reconhecida. No mesmo dia 28, Amilcar recebeu o contrato assinado por Jaime e pela fiadora Katia, viabilizando assim a entrada legal do locatário no imóvel.

 

Entretanto, desde aquela data 28/02/2014 até o momento, nem Jayme nem Marcos tomaram posse do imóvel, não efetuaram nenhum pagamento bem como não foram mais encontrados.

 

Intrigado com tal situação, Amilcar compareceu ao 2º Tabelião de Notas onde o contrato de locação teria sido objeto de reconhecimento de firma de Jayme e de Katia, quando recebeu a informação pelo escrevente Jersey Olegário da Costa de que os selos de reconhecimentos de firma eram falsos.

 

Amilcar tentou conversar com as partes sem conseguir encontra-las.

 

Observação: Os dados acima descritos foram extraídos do Boletim nº 3195/2014 – emitido por Télcio Amaral – escrivão de polícia e Germano de Souza Willveit – delegado de polícia – no 19º Distrito Policial – Vila Maria – São Paulo - SP

 

Vítima de estelionato - Jayme Pereira da Silva

São Paulo, 07 de Dezembro de 2014

 

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Não tinha Crédito nas Casas Bahia

 

No dia 12 de Maio de 2014 completamos 41 anos do nosso casamento.

A geladeira da nossa filha Luciana deu um problema técnico e o nosso genro Josué fez uma proposta para a Olinda que pagaria pela nossa geladeira R$ 800,00 (Oitocentos Reais) em duas vezes. Aceitamos a proposta e ele levou a nossa geladeira Electrolux usada.

A Olinda foi nas Casas Bahia na Freguesia do Ó, viu uma geladeira Brastemp para comprar por R$ 2.550,00 (Dois Mil Quinhentos e Cinquenta Reais).

Sugeri que fizesse um Cartão de Crédito em meu nome, para pagar a nova geladeira.

No setor de crédito após consultar o SERASA o funcionário das Casas Bahia, disse que seria melhor pagar com o cartão da Olinda e aproveitar o crédito dela. Não me preocupei se era por alguma restrição no meu crédito, mas fiquei indignado em não poder fazer um cartão com o meu nome.

A Olinda financiou R$ 650,00 de crédito e a diferença parcelou em 10 vezes de R$ 190,00 no cartão de crédito das Casas Bahia, conforme comprovante de pagamento emitido dia 24/05/2014.

Não tenho comprovante dessa negociação no dia 12/maio/2014, mas no Histórico de Lançamentos do BradesCard com vencimento 05/06/2014 no valor total da fatura R$ 1.199,89 expressa a realidade dos fatos.

São Paulo, 11 de Setembro de 2014

 

 

- Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo - 1ª Vara do Juizado Especial Cível

Rua Tomás Ramos Jordão, 101 – Freguesia do Ó

 

Audiência de 16 de Outubro de 2014 – 14h30

Processo nº 1008131-47.2014.8.26.0004

  

Na sala de audiência estavam presentes o Juiz de Direito Dr. Fernando Salles Amaral, o Escrevente Luiz Alberto Rinaldi, o Sr. Ari Lopes de Oliveira acompanhado da advogada Dra. Carmem Vicentina Vaiano, eu e a advogada Dra. Daniela Cristina Miguel Bruzarrosco substituta do Dr. Ozeias Sampaio.

Inicialmente o Juiz perguntou ao Sr. Ari se confirmava que me conhecia, ele disse que não confirmava e que as minhas características eram “parecidas” com a “pessoa” que ele havia depositado o valor de R$ 5.000,00 em duas vezes no Banco Bradesco em meu “nome”, com os documentos aparentemente originais, pelo suposto “Jayme”, para garantir que o Sr. Nilvan entregasse a documentação de um imóvel negociado, esse valor posteriormente seria descontado da comissão da transação comercial.

O valor depositado seria para pagar as despesas de viagem do Sr. Nilvan do Mato Grosso para São Paulo, que faria a venda de um imóvel para o Sr. Ari, que é corretor de imóveis na cidade de Mongaguá – Estado de São Paulo.

O Sr. Ari disse que a negociação foi feita em Fevereiro/2014 em local não identificado no Largo do Paissandu e que conferiu os documentos, atestando visualmente a originalidade, como tem experiência de 25 anos no ramo imobiliário, jamais aceitaria um documento falsificado.

O “Jayme” sumiu após o segundo depósito. O Sr. Ari só tem os recibos de depósitos bancários, como documento.

O Sr. Ari disse que precisava receber o dinheiro depositado (R$ 5.000,00) e me acusou de que eu teria repassado os meus documentos para “esse suposto negociante”, afirmando algumas vezes que não aceitava a perda desse dinheiro.

O Sr. Ari apresentou cópia dos depósitos ao Sr. Juiz e uma cópia da escritura do imóvel em negociação.

Jayme Pereira da Silva

São Paulo, 20 de Outubro de 2014

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Informações aos advogados Dr. Ozeias Sampaio e Dra. Daniela.

Falei com a Sra. Rita de Cássia, por telefone, no Bradesco - Agência 0165 - Belenzinho, sobre a conta aberta em meu nome.

Ela já suspendeu a movimentação da conta, que tem algum saldo.

Ela verificará os registros de abertura da conta e me informará via e-mail.

Vou solicitar um extrato de movimentação dessa conta.

Os depósitos feitos pelo Sr. Ari foram realizados no Banco Itaú e transferidos por DOC eletrônico, em 17 e 25 de Fevereiro de 2014 e as Notas Promissórias também foram emitidas nas mesmas datas.

As Notas Promissórias foram emitidas em Mongaguá – SP, em 17/Fev/2014 com Vencimentos 17/Fev e 25/Fev/2014. As mesmas foram protestadas em 18/Mar/2014 no 1º Tabelião de Notas e de Protestos de Letras e Títulos de Mongaguá – SP, local onde nunca estive.

O Tabelião poderia protestar as notas promissórias sem um contrato de prestação de serviço? Ou sem mencionar a finalidade de ambas?

Conforme o Sr. Ari relatou na audiência de 16/Out, as notas promissórias eram apenas para garantir que ele receberia os documentos do Sr. Nilvan do Mato Grosso, necessários para uma transação comercial imobiliária.

O Bradesco poderia abrir uma conta com cópia de documento? Não houve falha nessa abertura da conta? O Bradesco também não tem culpa nesse processo?

O Sr. Ari disse que fez o encontro com “Jayme” no Largo do Paissandu em São Paulo – não identificou a localização, supõe-se que não foi em escritório, estranho!!!

Vamos aguardar as novas informações.

São Paulo, 21 de Outubro de 2014

Estou aguardando o desfecho dessa novela desde 2014.