(Medo) Apocalípse 21 – 1 a 8

1 E vi um novo céu e uma nova terra. Porque já se foram o primeiro céu e a primeira terra, e o mar já não existe.    

2 E vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que descia do céu da parte de Deus, adereçada como uma noiva ataviada para o seu noivo.    

3 E ouvi uma grande voz, vinda do trono, que dizia: Eis que o tabernáculo de Deus está com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e Deus mesmo estará com eles.    

4 Ele enxugará de seus olhos toda lágrima; e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem lamento, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas.

5 E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve; porque estas palavras são fiéis e verdadeiras.    

6 Disse-me ainda: está cumprido: Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim. A quem tiver sede, de graça lhe darei a beber da fonte da água da vida.   

7 Aquele que vencer herdará estas coisas; e eu serei seu Deus, e ele será meu filho.    

8 Mas, “quanto aos medrosos”, aos incrédulos, aos abomináveis, aos homicidas, aos adúlteros, aos feiticeiros, aos idólatras, e todos os mentirosos, a sua parte será no lago ardente de fogo e enxofre, que é a segunda morte.   

         Querem a todo custo apagar da face da terra a Bíblia Sagrada, e nessa época de pandemia mundial com muita ênfase no “medo” nas pessoas que têm “pânico” de todas as doenças e dos contatos físicos e pessoais, como nunca houve em nossa existência, é espantoso...

         Os cuidados com o “próximo” é uma característica de muita preocupação com os “semelhantes”, como se os contatos pessoais são os responsáveis pelas contaminações da população em geral.

         Obrigam o uso das máscaras e se não estão usando, são criticadas e punidas pelas autoridades que aplicam multas legais na população “amedrontada”.

          Somos obrigados a nos acostumar com um regime de escravidão voluntário e criar uma moda asiática em nosso país. É muito lamentável.

Jayme Pereira da Silva