Celio Pires com Lucio Neves em Parque Villa-Lobos.

Sábado, 1 de abril de 2017 às 19:14 · São Paulo · 

HOSPITAL DA VILA BRASILÂNDIA: CASAS ANEXAS QUE SERIAM DESAPROPRIADAS NÃO SERÃO MAIS...

(Na foto Lúcio Neves ao centro com Wilson Pollara e vereador Paulo Frange)


Sobre o Hospital da Vila Brasilândia que teve obras paralisadas na gestão do prefeito Haddad, logo após as eleições de 2016 e assim permanece na gestão João Dória, segundo explicação oficial da Prefeitura, tem o seu projeto sendo redefinido para que aconteçam cortes de supostos 'luxos' do mesmo - na realidade busca-se economizar recursos.

Sobre o assunto, o vereador Paulo Frange (PTB), que vem defendendo a construção do Hospital por décadas e esteve à frente da reivindicação junto à gestão passada, fez considerações sobre a desapropriação de casas da Rua Augusto José Pereira, ao lado do Hospital / Centro Esportivo, no Jardim Maristela. Já que era pra ter cortes que não mais desapropriassem as casas. Foi o que defendeu junto ao secretário municipal de Saúde Wilson Pollara, que tem a mesma opinião.

Neste sábado, 01/abril/2017, na Virada da Saúde, no Parque Villa-Lobos, a não desapropriação foi confirmada por Lúcio Neves, conselheiro de Saúde da Vila Brasilândia - que conversou sobre o assunto com o próprio secretário e com o  Vereador Paulo Frange. O Vereador já nos tinha adiantado essa decisão (já publicado na fanpage).

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A RAZÃO DO HOSPITAL

O distrito Brasilândia é o único que não tem leitos hospitalares em toda a região e possivelmente em São Paulo – e isso é uma exigência e indicação Organização Mundial de Saúde, que recomenda 3 a 5 leitos para cada mil habitantes, razão principal da sua construção - Falta de leitos em UTI tem comovido a região, no caso de dois bebês que ficaram retidos por mais de uma semana em Pronto-Socorro, por falta de leitos.

O projeto sofrerá cortes, não terá mais a fachada imponente da maquete e não terá também a piscina prevista, que seria usada durante a semana para tratamento fisioterapêutico e nos finais de semana para laser de usuários do Centro Esportivo Brasilândia, ao lado (com entrada para ambos os lados). O projeto deverá ter um corte de R$80 milhões, o que significa também que o Hospital poderá ser menor que o do projeto.


Fonte:facebook.com