São Paulo, (domingo) 21 de Outubro de 2018.

 

Ao

CIES – Centro de Integração de Educação e Saúde

Sr. Ricardo Lauricella

Diretor de Comunicação e Marca

ricardo@ciesglobal.org

Sr. Samuel Prado

Analista de Comunicação

samuel.prado@ciesglobal.org

 

Atendimento na UBS – Avenida Queiroz Filho, 313 – Vila Leopoldina – São Paulo - SP

 

Prezados Senhores:

 

Relatório do atendimento, desumano, nesse Posto de Atendimento, nesse sábado dia 20, no período de 6h00 até 11h00.

 

Ocorrências no local: “Cheguei nesse local às 6h45 para o exame de biometria, para a cirurgia de catarata. Assim que cheguei, fui pedir informação na recepção que pediram o meu cartão do SUS, a atendente estava com muitos cartões sobre a mesa, sem ordem, que seriam anexados aos prontuários de cada paciente e depois feito a chamada para cada operação de rotina dos agendados. O meu agendamento estava marcado para 7h30, cheguei 45 minutos de antecedência, para evitar aborrecimentos como ocorreram no dia 13 último. Por volta das 7h00 começaram a chamar as pessoas para diversos exames de procedimentos diferentes. Haviam quatro funcionários chamando em quatro locais diferentes. As pessoas precisavam ficar atentas para ouvir o nome, que só ficavam sabendo em que local seria o exame. Isso gerou intranquilidade, pois, nem todos tinham condições físicas e acompanhantes, na maioria idosos com deficiência auditiva. No local com muitas pessoas aglomeradas, não ouvindo, perdiam a vez, os funcionários ficavam gritando quando o paciente não se apresentava. Em conversa com pessoas que chegaram antes, fiquei sabendo onde seria o exame de biometria, isso depois de quase duas horas no local, num galpão elevado, onde os chamados recebiam um colírio para o preparo do exame de biometria e ficavam numa seleção de dez cadeiras que iam passando de cadeira em cadeira até a sala do exame. O meu nome foi chamado às 10h30 exatamente 3 (três) horas depois do agendamento marcado para 7h30, nesse período fiquei conversando com alguns pacientes que também aguardavam para o atendimento em outras especialidades, diferentes da minha, nisso passou o tempo e o estresse. Após a chamada do meu nome, a colocação do colírio e o exame demorou aproximadamente uns vinte cinco minutos até a saída do local era 11h00, com o agendamento e instruções para a operação de catarata”.

Sugiro que em casos parecidos os funcionários inicialmente digam para qual especialidade é aquela chamada, ou um cartaz indicando o local, para qual exame será realizado ali, com isso as pessoas ficariam agrupadas e não haveria a necessidade de tanta gritaria num local público.

 

“Onde há Ordem haverá Progresso, onde houver Progresso sem Ordem é duvidoso”

 

Aguardamos as providências necessárias e retorno dessa comunicação via e-mail, para documentar.

 

Atenciosamente,

 

Jayme Pereira da Silva

jaymensagens@globo.com

www.jaymesilva.com.br