São Paulo, (sábado) 13 de Outubro de 2018.

 

Ao

CIES – Centro de Integração de Educação e Saúde

Sr. Ricardo Lauricella

Diretor de Comunicação e Marca

ricardo@ciesglobal.org

Sr. Samuel Prado

Analista de Comunicação

samuel.prado@ciesglobal.org

 

Atendimento na UBS – Avenida Queiroz Filho, 313 – Vila Leopoldina – São Paulo - SP

 

Prezados Senhores:

 

Venho pelo presente reclamar do atendimento, desumano, nesse Posto de Atendimento, nesse sábado dia 13, no período de 7h00 até 12h00.

 

Ocorreu o seguinte: “Chegamos nesse local às 7h45 para coleta de sangue, para a cirurgia de catarata. Estava em jejum e quando cheguei fui pedir informação sobre qual seria o procedimento, a atendente me deu uma senha número 168 e pediu para aguardar a chamada. Até aí tudo bem, mas, como o local estava quase lotado, ficamos esperando a chamada, o meu exame estava marcado para 8h30, chegamos com 45 minutos de antecedência, para evitar aborrecimentos como é de costume com o serviço público. Em conversa com pessoas que chegaram antes, nos informaram que eu deveria fazer um Eletrocardiograma antes de coletar o sangue. Essa informação foi dada por uma pessoa que também estava aguardando a sua vez. Fui para outra fila. Pelo visto, não houve controle prévio com o agendamento, pois, alguns chegaram antes do horário marcado e foram atendidos posteriormente. Não houve controle pelos atendentes, que deveriam manter a ordem de chegada, as pessoas com necessidades especiais poderiam ser atendidas preferencialmente, mas, com um critério da chegada. O local também é de difícil acesso, com acomodações inadequadas para o tipo de atendimento. Quando foi por volta das 11h00, o responsável pelo atendimento disse que não poderia atender todos os agendados devido à falta de material de coleta de sangue, pois, não tinha no local. Nesse momento houve muita reclamação, pois, todos que estavam aguardando, estava em jejum além do tempo de 12 horas como fora solicitado no comunicado, isso é desumano para um público de idosos que pelas condições de saúde estão debilitados”.

Sugerimos que a distribuição das Senhas seja feita pelos funcionários da Segurança do local, não pelos funcionários que começam a trabalhar depois das 7h00 quando muitos chegam cedo para o atendimento. Mais funcionários para coletas de sangue. Só havia uma funcionária nesse setor crítico.

Também, as informações para cada caso sejam mais explícitas, precisas.

Que as pessoas não precisem consultar outros pacientes que não trabalham no local.

Normalmente o perfil das pessoas que procuram esse serviço público, são pessoas idosas que dependem de terceiros e ficam impacientes, complicando ainda mais os problemas pessoais de saúde, merecem respeito conforme a Lei.

Sugerimos que os serviços sejam publicados em cartazes explicativos para o público local.

Atenciosamente, aguardamos as providências necessárias.

 

Jayme Pereira da Silva

jaymensagens@globo.com

www.jaymesilva.com.br